Os
mestres e doutores das Ciências Exatas,
que integram o corpo docente do curso de Matemática
da UFPR, reúnem seus conhecimentos para
formar profissionais atualizados, que exerçam
atividades de liderança junto às
instituições de ensino ou empresas.
“Queremos levar ao mercado pessoas que incentivem
a pesquisa, promovam novas metodologias e desmistifiquem
a Matemática, mostrando à comunidade
a importância dessa ciência na vida
cotidiana”, completa a coordenadora do curso
Adriana Luiza do Prado.
Os estudos, que têm
início com o aprendizado de Cálculos,
Álgebras, Geometria Analítica e
outras disciplinas de formação geral,
podem ser concluídos em quatro anos, tanto
no caso de bacharelado quanto de licenciatura.
Quem quiser obter as duas habilitações
poderá se formar em cinco anos. A partir
do terceiro ano, quando os alunos podem optar
por licenciatura ou bacharelado, os futuros profissionais
da área do ensino terão aulas relativas
ao ensino da Matemática, como Psicologia
da Educação, Didática e Metodologia
de Ensino.
Quem escolher bacharelado
irá estudar, entre outras disciplinas,
Análise Matemática, Funções
de Variável Complexa e Geometria Diferencial.
“É um currículo difícil.
Por isso, o aluno interessado em cursar Matemática
deve estar consciente de que precisa ter iniciativa,
tempo disponível para estudar e disposição
para participar das atividades da universidade”,
destaca a coordenadora.
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Para
quem realmente se interessa pelos estudos da lógica,
o mercado é promissor. Segundo a coordenadora,
existe grande oferta de empregos em escolas de
ensino fundamental e médio em decorrência
da falta de profissionais qualificados para o
ensino da Matemática no Estado. “Também
há possibilidade de emprego para matemáticos
em escritórios de engenharia, empresas
de consultoria e de processamento de dados”,
explica.
A coordenadora acredita
que os programas de computador auxiliam no trabalho
dos profissionais, mas diz que não existem
“receitas prontas”. Além disso,
a utilização desses programas de
auxílio ao ensino da Matemática
ainda não foram introduzidos em toda a
rede de ensino no Paraná. “A informática
pode ajudar no trabalho, mas é preciso
tomar cuidado para que o aluno não fique
preguiçoso e que esteja preparado para
enfrentar problemas”, opina.
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